SEGURANÇA e SERVIÇOS

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Conheça boas práticas de segurança para empresas

de SouSecurity em 09/01/2018

Segurança é um tema indispensável para qualquer empresa, pois afeta diretamente o bem estar dos colaboradores e a proteção do patrimônio da instituição. Saiba o que fazer para maximizar a proteção de seu negócio.

 

O conceito de segurança é amplo, e é aplicável de forma muito diferente a cada empresa e cada contexto. Mesmo assim, existem alguns princípios que podem – e devem – ser observados e praticados em essencialmente qualquer contexto de atuação, pois têm um caráter universal e podem ser decisivos para criar um ambiente realmente seguro para pessoas e patrimônio. Um destes princípios, por exemplo, é o da avaliação de riscos.

 

Antes de traçar qualquer plano de segurança, é fundamental realizar um estudo abrangente que avalie quais as vulnerabilidades, quais os tipos de ameaças, quais situações adversas podem levar à brechas na segurança e qual o nível de risco que a empresa corre dentro do cenário em que se encontra. Esta atividade não é, em si, a fonte das soluções necessárias para seu plano de proteção patrimonial, mas é indispensável para que você tenha as respostas certas para cada problema que surgir, criando, assim, um composto de soluções adequado para realidade de sua empresa.

 

As práticas que você precisa conhecer

Uma vez feito o trabalho de levantamento dos riscos de seu negócio, você pode começar a desenhar as soluções que melhor atendem às suas necessidades. É bom reforçar que cada empresa tem um perfil específico, com ameaças que mudam muito de caso para caso e, portanto, precisam de medidas igualmente específicas para garantir sua integridade; dito isso, convém olhar novamente para algumas práticas universais que certamente podem contribuir para seu plano de segurança:

 

Controle de Acesso

Tanto para entrar nas dependências da empresa quanto eventuais áreas sensíveis dentro dela é necessário que haja um controle criterioso para que somente pessoas cadastradas e com credenciais previamente estabelecidas possam acessar cada setor da empresa. Este é um grande exemplo de como o levantamento de riscos e o planejamento de segurança permitem criar um ambiente realmente seguro: com o estudo prévio, a empresa sabe exatamente quais áreas podem ser consideradas sensíveis e vulneráveis, assim como quais pessoas devem ter acesso e quais setores da companhia.

 

O tripé da segurança

Processos, especialistas e equipamentos de vigilância, atuando em conjunto, formam uma base sólida para a proteção do ambiente e devem sempre existir para a defesa do lugar. Treine profissionais, estabeleça e renove seus processos e conte com os melhores equipamentos de monitoramento para minimizar riscos e permitir ações rápidas em casos de incidentes;

 

Crachás, barreiras, identificação de terceiros

Itens aparentemente comuns, se usados adequadamente, podem contribuir muito para a segurança do todo. Mantenha funcionários identificados, fornecedores previamente cadastrados e com acesso controlado e catracas - ou algum outro controle que mais se encaixe ao perfil do local  -para garantir que ninguém entre na empresa sem o conhecimento da portaria ajudam muito a evitar incidentes de segurança.

 

O risco de ignorar os princípios

Os riscos de não se aplicar estes princípios, infelizmente, não são rapidamente notados até que um problema de segurança realmente aconteça, o que pode levar a prejuízos e grandes dores de cabeça para a empresa, e pode, inclusive, colocar em risco a integridade física de seu pessoal. Por este motivo, uma postura vigilante, um planejamento sólido e um pensamento coletivo em segurança são ferramentas importantes na construção de um ambiente que permita a todos trabalhar com tranquilidade, com menos riscos e sem perdas para a empresa por falha em sua proteção patrimonial.

 

 

Presidente do Ethos fala sobre terceirização em seminário da Folha

de Ethos Integridade em 13/04/2017

Beneficiário final e investimento em compliance também foram temas do debate

Durante a participação no Fórum Conformidade nos Negócios, realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, na última terça-feira (11/04), no Museu da Imagem e do Som (MIS), Caio Magri, diretor presidente do Instituto Ethos falou sobre integridade e transparência nos negócios em uma mesa de debates que contou com a participação do advogado Modesto Carvalhosa e com o professor de economia da FGV, Marcos Fernandes Gonçalves da Silva, mediada pelo repórter especial da Folha Julio Wiziack. “Quanto a terceirização, a política de contratação de terceiros e o processo para que ocorra deverá estar de acordo com o código de conduta da empresa. No que se refere ao tipo de contratação, será preciso avaliar os riscos e entender que não há um modelo único. Cada tipo de contratação e empresa deve ser avaliada individualmente”, destacou o presidente do Ethos em sua explanação a respeito da terceirização. O desafio em regular os acordos de leniência, a necessidade que as empresas têm de ferramentas para avaliar os processos de combate à corrupção e a identificação do beneficiário final das companhias também foram pontos observados por Caio. Quando questionado sobre o investimento para a implantação de um sistema de compliance Magri foi categórico: “temos que desmistificar a ideia de que é preciso um grande investimento. Em 2016, pela primeira vez uma empresa pequena foi reconhecida com o selo Pró-Ética. Se houver governança na empresa, não se faz necessário um investimento de alto valor monetário”. Por Rejane Romano, do Instituto Ethos 

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